Alexandre Schiavetti (aleschi@uesc.br)

O Laboratório de Etnoconservação e Áreas Protegidas (LECAP) tem como objeto de estudo as Áreas Protegidas que tem uso de recursos (extrativismo, caça, pesca, turismo) para poder elaborar estratégias aplicadas para o estabelecimento destas áreas e aumentar a probabilidade de sucesso em sua implantação. A avaliação da eficiência da gestão destas áreas, os conflitos com a fauna e estratégias de conservação tradicionais também fazem parte dos objetivos de pesquisa do Laboratório.

Camila Cassano (cassanocami@hotmail.com)

https://www.appliedecologylab.org

No sul da Bahia, grandes extensões de agroflorestas destinadas ao cultivo do cacau constituem uma matriz “amigável”, abrigando parte da biota nativa. Meu interesse como pesquisadora é entender como diferentes usos da terra e sua configuração na paisagem podem ajudar a mitigar efeitos de perda e fragmentação de vegetação nativa. Além disso, tenho interesse em entender mecanismos que associam biodiversidade a serviços ecossistêmicos em sistemas e paisagens agroflorestais. 

Carlos Augusto da Silva Peres (carlos.a.peres@gmail.com )

http://www.uea.ac.uk/

Tem vasta experiência na área de ecologia de conservação, com ênfase em ecologia aplicada, atuando principalmente nos seguintes temas: manejo de recursos naturais em florestas tropicais, ecologia de paisagem, ecologia de população, ecologia de comunidades de vertebrados em florestas tropicais, e socio-economia de uso de recursos naturais. Acumulou uma produção acadêmica de cerca de 280 papers e 2 livros.

Daniel Piotto (daniel.piotto@ufsb.edu.br)

O foco da minha pesquisa busca integrar o conhecimento teórico sobre processos ecológicos em florestas tropicais e sua aplicação no desenho de sistemas de conservação, de restauração e de produção. Com foco central nos produtos e serviços gerados pelas florestas, minhas linhas atuais de pesquisa concentram-se na ecologia e dinâmica de florestas naturais, no monitoramento de áreas de restauração florestal e em sistemas de produção florestal diversificados, tais como plantações mistas, sistemas agroflorestais e enriquecimento florestal.

Daniela Custódio Talora (dani.talora@gmail.com)

https://www.appliedecologylab.org

Tem experiência na área de Ecologia e Biologia da Conservação, com ênfase em extinções, análise de viabilidade de populações, listas vermelhas, prioridades de conservação, biofilia e no papel da zoologia para a conservação da biodiversidade. 

Deborah Faria (deborahuesc@gmail.com)

https://www.appliedecologylab.org/

Minha pesquisa é centrada na compreensão de como a perda e conversão da floresta em outros usos, como o estabelecimento de plantações sombreadas de cacau, afeta os padrões de diversidade e processos ecológicos em paisagens antrópicas localizadas no sul do estado da Bahia. Mais recentemente estou focada em compreender a trajetória da biodiversidade e serviços ambientais, particularmente os serviços ambientais, nestas paisagens, inclusive aquelas em processo de restauração. 

Eliana Cazetta (eliana.cazetta@gmail.com)

https://www.appliedecologylab.org/

Minha pesquisa busca entender os efeitos das atividades antrópicas sobre a biodiversidade. Estou particularmente interessada em avaliar os efeitos da perda de habitat, defaunação e sistemas agroflorestais sobre a diversidade e interações ecológicas chave como a dispersão e predação de sementes.

Emerson Monteiro Vieira (emvieira@unb.br)

Os mamíferos formam um grupo importante tanto pelo papel que possuem nos ecossistemas tropicais quanto pelo nível de ameaça a que muitas das espécies nativas estão submetidas.  Tenho me dedicado a estudar esses fascinantes animais. Tenho desenvolvido projetos de pesquisa tanto em áreas de Cerrado quanto de Mata Atlântica.  Minhas principais áreas de interesse para orientação são: 1) Ecologia e Conservação de Mamíferos; 2) Interações ecológicas entre mamíferos e plantas; 3) História natural e uso do espaço por pequenos mamíferos.

Fernanda Amato Gaiotto (gaiotto@uesc.br)

https://www.appliedecologylab.org/

Tenho estudado genética de conservação de espécies arbóreas tropicais desde 1997. Meu interesse atual na pesquisa está focado na compreensão de como os genes neutros e os sobre seleção influenciaram a diversidade genética em agroflorestas e sistemas florestais fragmentados, com base em marcadores moleculares (microsatélites e SNP) e sequenciamento de última geração (NGS). Meu campo de pesquisa tem sido o da Mata Atlântica do Sul da Bahia, onde nosso grupo estuda genética populacional de mais de 12 espécies de árvores da floresta.

Jacques Delabie (jacques.delabie@gmail.com)

As formigas são invertebrados sociais cuja diversidade é elevada e bem conhecida, bastante estratificada em florestas e SAFs. Suas assembleias são estáveis, com uma biomassa enorme. Interagem com a fauna e a flora através de uma variedade de mecanismos. Minhas linhas de pesquisas podem ser resumidas assim: 1) interações formigas-plantas; 2) interações insetos-insetos; 3) biogeografia; 4) ecologia de comunidades; 5) biomonitoramento.

José Carlos Morante (jcmfilho9@hotmail.com)

https://www.appliedecologylab.org/

Tenho interesse em entender como mudanças ambientais em paisagens antrópicas podem afetar a dinâmica e a estrutura das comunidades de animais e plantas, bem como processos ecológicos essenciais para o funcionamento de ecossistemas. Principais linhas de pesquisa: 1. Ecologia de Paisagem; 2. Ecologia e Conservação de aves; 3. Padrões de diversidade em paisagens fragmentadas; 4. Interação animal-planta; 5. Funcionamento de ecossistemas florestais. Mais informações: https://www.researchgate.net/profile/Jose_Morante-Filho

Julio Baumgarten (baumgarten.julio@gmail.com)

https://www.appliedecologylab.org/

Meus interesses de pesquisa nos últimos anos tem se concentrado na investigação sobre seleção de habitat por mamíferos. Em particular tenho investigado o uso de habitat por morcegos filostomídeos, animais com grande mobilidade que utilizam o voo para localizar e ter acesso dos seus principais recursos. Mais recentemente iniciei projetos de estudo de seleção de habitat e conservação de cetáceos, área de estudo que considero prioritária nesta região litorânea do país.

Leandro Loguercio (leandro@uesc.br)

http://www.uesc.br/centros/cbg/

Pesquiso diversidade microbiana funcional na interface entre genética (molecular e de microorganismos) e ecologia (teoria hologenômica da evolução). Essa pesquisa é de caráter básico e aplicado, envolvendo controle biológico de insetos e doenças de plantas e comunidades microbianas associadas a espécies arbóreas (endofíticos) e lagosta.

Leonardo Oliveira (leonardoco@gmail.com)

https://www.appliedecologylab.org

Tenho grande interesse e experiência em pesquisas relacionadas a diversos aspectos relacionados a primatas, espécies  ameaçadas, espécies  invasoras agroecossistemas e conservação de biodiversidade. Também tenho grande experiência na aplicação dos padrões abertos para a prática de conservação.

Maíra Benchimol (mairabs02@gmail.com)

https://www.appliedecologylab.org

Minha pesquisa visa compreender os impactos da perda de habitats e fragmentação florestal sobre a perda de espécies em paisagens fragmentadas tropicais. Procuro compreender os padrões e processos que determinam à extinção local de espécies em fragmentos florestais e avaliar como a perturbação antrópica afeta as comunidades biológicas. Minhas principais áreas de atuação são: (1) Ecologia da paisagem; (2) Padrões em comunidades; (3) Ecologia e conservação de mamíferos; (4) Defaunação; (5) Diversidade florística; (6) Programas de monitoramento participativo de conservação da biodiversidade.

Marcelo Mielke (msmielke@uesc.br)

https://www.appliedecologylab.org

A região sul da Bahia é uma das áreas de biodiversidade mais ricas da Mata Atlântica, uma paisagem de mosaico, em que os restos florestais são intercalados com o cultivo de cacau em um sistema agrofloresta rústico, conhecido localmente como cabrucas. Neste contexto, desenvolvi pesquisa interdisciplinar, combinando conhecimento básico de fisiologia vegetal, ecologia e climatologia, com o objetivo de auxiliar o desenvolvimento de ações teóricas e práticas para manejo de árvores em sistemas agroflorestais, restauração de florestas degradadas e compreensão de impactos causados pela floresta Fragmentação.

Mirco Solé (mksole@uesc.br)

http://tropicalherpetology.wixsite.com/laboratory

O Sul da Bahia representa o maior refúgio pleistocênico para anfíbios da Mata Atlântica. No Laboratório de Herpetologia Tropical estudamos diversos aspectos da história de vida de anfíbios e répteis como ecologia trófica, área de vida, ecofisiologia, ecotoxicologia, biogeografia, espécies invasoras, desenvolvimento larval e como espécies selecionadas podem atuar como biocontroladores de mosquitos transmissores de doenças.

Ricardo Siqueira Bovendorp (rsbovendorp@uesc.br)

https://www.appliedecologylab.org/

Em minhas pesquisas busco entender como as perturbações humanas, como defaunação, fragmentação florestal e as mudanças climáticas afetam a ocorrência e distribuição de mamíferos na Mata Atlântica, além de processos como downsizing e rodentização. Através da aplicação de métricas de diversidade(taxonômica, funcional e filogenética), investigo quais são os principais processos ecológicos afetados pelos distúrbios antrópicos, e como estes processos afetam o funcionamento dos ecossistemas.

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Ana Crsitina Schilling (ana.schilling@gmail.com)

Tenho experiência no uso de métodos quantitativos na análise de dados, com ênfase em métodos de amostragem de vegetação e suas implicações nas estimativas de padrões de diversidade de espécies e outros descritores de populações e comunidades. 

Carlos Hackradt (hackradtcw@ufsb.edu.br)

Os ambientes recifais estão entre os mais produtivos e os mais ameaçados ecossistemas marinhos do planet. Estima-se que cerca de 27% dos recifes de corais do mundo estão definitivamente perdidos, com números que podem ser mais alarmantes se medidas de contenção não forem tomadas. Para conservar este ecossistema é necessário entender como os impactos antrópicos afetam a funcionalidade ecossistêmica e como medidas de proteção (ex. Áreas Marinhas Protegidas), promovem a resiliência nos recifes.

Eduardo Mariano Neto (marianon@gmail.com)

https://www.appliedecologylab.org

Atua nas áreas de ensino e pesquisa sobre Ecologia de florestas tropicais, investigando efeitos da perda de habitat na escala da paisagem e da superexploração sobre comunidades de árvores e de animais. Utiliza ferramentas de modelagem matemática e estatística na investigação e previsão de mudanças em processos biológicos, necessários para a manutenção das comunidades biológicas. Também atua no planejamento e execução de ações de restauração em áreas de importância para abastecimento hídrico de grandes cidades na Bahia.

Fabiana Cezar Felix Hackradt (fabianacfh@ufsb.edu.br)

Previsões indicam que em 2050 teremos colapsados todos os estoques pesqueiros marinhos, e já se observam que as medidas de gestão aplicadas atualmente não são capazes de sustentar a produção pesqueira. Busco estudar os efeitos ecológicos, em especial sobre os estágios iniciais de peixes recifais (ex: modelos de dispersão larval, conectividade genética, assentamento e recrutamento larval, dinâmica populacional) para compreender como as populações respondem a estas ameaças, que estratégias de manejo são mais adequadas, e quais as consequências das mesmas para produtividade pesqueira.

Gastón Andrés Fernandez Giné (gastongine10@gmail.com)

https://www.appliedecologylab.org/

Entender a dimensão espacial, temporal e comportamental da vida animal é essencial para conhecer o nicho e requerimentos das espécies. Minha linha de pesquisa geral trata da Ecologia comportamental e espacial aplicada à conservação, e é dividida em 3 linhas específicas: 1. Ecologia comportamental e conservação de mamíferos; 2. Modelagem de distribuição e ocupação de espécies e 3. Planejamento de ações de conservação.

Luiz Fernando Silva Magnago (luiz_fsm@hotmail.com)

Meus principais interesses estão na avaliação da capacidade de resistência e resiliência do funcionamento ecossistêmico em paisagens florestais. Busco entender (i) o potencial para restauração e manutenção do funcionamento ecossistêmico em florestas secundárias, florestas restauradas, silviculturas e agroflorestas; (ii) e na existência de limiares do funcionamento ecossistêmico em florestas que sofreram com perda de habitat e manejos extrativistas. Com base neste conhecimento é possível estabelecer relações de co-benefícios entre o provimento de serviços ecossistêmicos e a conservação da biodiversidade em paisagens tropicais.

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